
A vida é um filme a cores
Que vai perdendo a cor com o passar do tempo
Onde o passado é visto a preto e branco
O presente tem, cores vivas e berrantes
E o futuro sempre filmado com grandes interferências
Que quase não dá p’ra focar
Ter a consciência de que estamos mecanizados
P’ra viver neste mundo cheio de regras e barreiras
Onde tudo é marcado ao cronometro
Desde que nasces até a hora da tua morte
E não podes viver mais nada senão aquilo que te dizem
Que existe e acontece onde cada experiência que passa
Só tu a podes viver a maneira dos humanos
Porque não te ensinam a conhecer mais nada
E estás preso as correntes desta realidade
Que te prende mentindo, dizendo que és livre.



