the sonnet... (demo)

I am the fire and I come from the hills

Just to show you very deep inside your heart

How wonderful life is

You just have to looked inside this older eyes


I cross the time over the wind and holding seas on my one hand

Just to give you one reason to keep you a live from this moment on

On an on an on an on and agene on an on an on for ever

For the rest of your youngest life

And how wonderful it is… that you can’t imagine

Tucht from the hand of on angel and release to this world

Just to make my heart so pure

...

Dentro de mim (demo)...

Sou escritor sem pena
historias ficam dentro de mim
sou poeta sem amores
por quantos foram que eu já me esqueci
salteador de arcas perdidas
quantas me deram quantas perdi
....

Para descobrir...


PARA DESCOBRIR O QUE ESTÁ PARA LÁ
PRIMEIRO
TEMOS DE DESCOBRIR O QUE ESTÁ AQUI,
MESMO EM FRENTE AOS NOSSOS OLHOS
DESCOBRIR É EVOLUIR
E ASSIM POSSO DIZER
QUE JÁ VIVI
...

conceitos de realidade...



aconcelho


Vinicius de Morais

"Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure"


Gabriel Garcia Marques

"Ambos eram conscientes de serem tão diferentes que nunca se sentiam tão sós do que quando estavam juntos"


Viriginia woolf

"A
beleza do mundo tem duas margens, uma do riso e outra da angústia, que cortam o coração em duas metades."


Atracção...



Tu, alma escondida no corpo que me atrai
Vives na noite esquemas que em mim me doí
Pois a atracção que em ti me desperta
E consumida pelo ciume que dentro me aperta
Quando por ti eu viraria a lua
Se tu me olha-ses como uma alma tua

Quereria eu possuir com paixão
Trespassar a tua mente
Suster-te como lava ardente no coração
E ter-te em mim como fogueira incandescente
Que em mim pode queimar
E viver esta loucura intensamente

Olhar-te nos olhos e agarrar-te contra mim
Fazer te delirar de desejo e certeza
Como se de um tornado se trata-se
Quando compete as forças da natureza

Batalhas

Uma marca tribalista num corpo cravado

Determina a essencia de uma mente delineada

Sob a ponta de uma agulha

Que atravessa o que foi criado

Porque de um corpo se trata e por isso é amado


Gostar de correr, sentir a terra nos pés

Desde os tempos primordiais a que o mundo nos traz

Apanhando esta jornada no seu revez

Que nos toca desde o tempo que vem lá de trás


Sentir o sangue escorrer na pedra salgada

De uma muralha escondida após uma batalha

Que defrontada contra os seus se viu encurralada

Como cavaleiros que desembainham sua vida

Através de suas espadas


Rainha de copas perdera seu reinado

Num mundo de evolução onde o sentimento é ignorado

Reprimido e amargurado vive só no seu mundo

Onde a beleza das pequenas coisas

Tem por si um sentimento profundo

E que por todos fora repelido


Vida...

Vidas… que na roda da fortuna rodopiam

Em mesas de pedra e pau

Na gaiola do tempo sem as grades, aprisionadas

Sem tecto, sem limites nem barreiras

Onde a pele o sente, onde nem o corpo mente

Quando a vida, essa doce melodia

Navega na espuma do mar na onda intermitente


Vidas… mil e umas primaveras

Por entre gerações e décadas crescente

Amores e viagens, risos e lágrimas

Por tantas e intemporais descobertas

São essas, as vidas, vidas de minha vida

Expressões, cantigas e conversas triviais

Por entre os olhos iluminados de quem me olha

Vejo a alma da vida que esta a minha frente

As carícias de quem me abraça, de quem me ama

Sinto a vida de quem se deita comigo na cama


Vidas… vidas de minha vida

São sabores e cheiros, imagens e sons

A descoberta do paladar de quando abri os olhos e a ouvi

Por um simples momento um murmúrio

Uma palavra, uma origem, numa ordem que quis falar

Quis saborear, olhar e vela esticar-me para a cheirar

Pela primeira vez na minha vida o meu desejo era tocar

Sentir e ver o que era aquilo a que eu chamava a minha vida

E sem perceber de certo permaneceria cego

Talvez nem nunca chegaria a descobrir

Que não se tratava apenas de uma

Mas sim uma de muitas, uma das minhas inúmeras vidas


Vidas… onde quis sentir e amar, libertar-me dos cordéis

Que me aprisionavam numa caixa negra e fria

Onde me poderia mexer me dedilhassem os fiéis

Se pela vontade de outro se tratasse, ai eu levantar me-ia

Só me mexeria como se de uma marioneta se trata-se

E ai, eu resgatei, gritei e puxei aquelas coradas

Onde todo o turbilhão das emoções foram reunidas

E assim eu resgatei, assim eu salvei

Uma das minhas muitas vidas

Sim, uma de muitas entre uma de todas

Porque são vidas, a minha e as que me rodeiam

São minhas e de quem por mim é amado

De quem por mim é desejado

Vidas… de quem por elas eu sou e sempre serei

Um eterno enamorado…


Visão de ti...

medusa
Ser, outrora lindo e puro
destruído pela inveja e desdém
muitos transformou em estátuas de pedra
mas também ela sucumbiu ao ver
quem realmente, ela era!

Monstros de pedra... Fascínio ou ilusão


Esta sensação de angustia e auto ponição

A cerca de assuntos tão estranhos

Que me fazem confusão

Quando tentamos defenir a palavra normal

E porque estamos baralhados ou algo correu mal

Dificil e ficar sentado a espera que tudo se resolva

Mas ficaria então destrossado sem ter nimguem que me ouça

Texto poético: Sofia...(demo)

A noite estava escura… negra como breu… algo se esgueirava pelas sombras dos arbustos em redor da casa de Sofia… algo malévolo com mas intenções…

Sofia dormia o sono dos anjos e sonhava com um mundo encantado onde tanto queria viver… um mundo de fadas e reinos, lindo e puro… com um sol brilhante de manha e uma lua cheia e gigante que iluminava a noite ao crepúsculo…

Por entre uma cortina longa e vermelha pendurada numa das muitas janelas do palácio ela escondia-se e apreciava a linda bailarina que dançava no grande salão… que graciosidade pensava ela, que toque, que leveza… parecia que voava por entre os véus espalhados naquela sala enorme e libertava-se na doçura da mais bela melodia dedilhada pelo piano ao fundo da sala… era ela… uma visão de si mesma, ali, em frente de seus olhos que sorria, rodopiava e bailava, libertando-se e ganhando asas para voar… era um cisne pensava ela a pairar na agua pela flauta magica cantada pelos canaviais… e num segundo instante estava de novo na escuridão… perdeu-se a luz…

Mas algo espreita e apaixona-se… olhos azuis como safira, ao fundo, a trás de uma arvore a ver aquela imagem imaculada a dançar… Sofia… liberta, livre de tudo, livre de viver… paira no ar sobre as aguas e cai adormecida na grama verde coberta pelo manto branco dos malmequeres embebidos pelo fino orvalho da primavera… sim, é ela, Sofia doce e livre e não precisa de mais nada… ela propria um ser único, mitológico unicórnio, rei cisne do seu reino de lago azul cor de safira que brilha ao entardecer nos últimos raios de sol que se escondem atrás da floresta mais longínqua…

O assobio das águias ao cortar o céu pairam no ar com o vento que lhes acaricia as penas e as faz mergulhar na imensidão dos ares…

begining (demo)

Banned life, behind the wall

Punished mind under the floor

The feelings are guilty

But we can’t rest them

And if we try to kill them

We die, for the rest