Centauro


Essa autenticidade do sabor
De cavalgar numa besta em cascos de prata
Sobre a erva molhada em manhãs de orvalho
Libertar essa adrenalina que não te faz parar
Nem por um segundo, ate ao fim
Ate onde a visão se perde e confunde
E quer lá chegar

Esse cavalo majestoso que já faz parte de ti
Os dois tornam-se um, e tu
Um, eu, com cascos de prata,
Olham pelos mesmos olhos e vêem a mesma cor
Chamam por si pelo mesmo nome
Ser mítico de heróicas epopeias
Coragem emparedada no peito
Forjada em fogo de carácter
E respira a liberdade
Que conquistou no calor da batalha

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